A Polícia Federal iniciou a coleta de depoimentos do quarto relatório da Operação Pasárgada. O foco da PF é apurar a eventual participação da juíza federal Ângela Maria Catão, da 11ª vara de Justiça Federal na capital mineira, com o esquema de liberação irregular de verba do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). No inquérito de 300 páginas, a PF sustenta que a juíza mantinha relações suspeitas com Francisco de Fátima Sampaio - gerente afastado da Caixa Econômica Federal na capital mineira - e teria "plena consciência" de que ele representaria os interesses de Paulo Sobrinho de Sá Cruz, apontado como líder e principal lobista do esquema de liberação de recursos bloqueados do FPM. A juíza já negou que tenha cometido qualquer irregularidade ou se beneficiado pelas liminares concedidas para a liberação de verbas do fundo em ações ajuizadas por prefeituras em débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). .. http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac274312,0.htm
Brasil, o maravilhoso mundo das liminares (para fraudes, é claro). Os 50 detidos estarão em breve na rua, se é que já não estão. A juíza, claro, não sabia de nada. A PF trabalha para mostrar serviço e a nossa grana, hahaha, nunca mais você a verá. Só se os fraudadores forem clientes da sua vendinha, da sua concessionária de veículos, da sua imobiliária. Como é que as Prefeituras podem receber crédito se nem INSS pagam direito?
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